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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Especialzinhu Oscar 2017!

Isso, no Dia 26 de Fevereiro no domingo, ocorreu a premição para os indicados ao Oscar! Houve muitos doçes, pessoas bem vestidas, estatuetas, e filmes. Sou uma pessoa sozinha neste blog, mas trarei aqui, todos os vencedores das mais variadas categorias, por isso, pode pegar a pipoca. 
Sinto em dizer e repetir, que não vi nem 8% dos filmes indicados. Mas.. Né... Isso acontece com muitos, grande parte dos humanos, "não sou capaz de opinar".

Vamos começar!

Melhor Trilha Sonora:  
Justin Hurwitz - La La Land: Cantando Estações

O Garoto é bastante jovem, mas compôs as músicas que lhe renderam um óscar, o de melhor trilha sonora. O Filme concorria com:
 Jackie 
 Lion: Uma Jornada para Casa
 Moonlight: Sob a Luz do Luar 
 Passageiros

 Melhor montagem:
John Gilbert - Até o Último Homem 



Não sei..... Não sei não, não vi o filme galera!

Melhor design de produção:


David Wasco (design de produção) e Sandy Reynolds-Wasco (decoração de set) - La La Land: Cantando Estações


 Melhores efeitos visuais:

Robert Legato, Adam Valdez, Andrew R. Jones e Dan Lemmon - Mogli: O Menino Lobo
 
Fiquei bem feliz nesta parte, pois Mogli era o filme que eu apostava muito, vi do início ao fim, e os efeitos são sim, incríveis, neste aspecto eu posso opinar; o fotorrealismo com certeza deu vida para Mogli, e bom, lhe rendeu o prêmio.

Melhor edição de som:
Sylvain Bellemare - A Chegada






Também estou satisfeito quanto ao prêmio para, a chegada. Estava na torcida para ele. Não conheço o Sylvain, mas o trabalho neste filme é respeitável.

Melhor mixagem de som:
Kevin O'Connell, Andy Wright, Robert Mckenzie e Peter Grace - Até o Último Homem


Melhor maquiagem e cabelo:
Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson - Esquadrão Suicida








Melhor fotografia:
Linus Sandgren - La La Land: Cantando Estações


Melhor canção original:
"City of Stars" | Música de Justin Hurwitz, canção de Benj Pasek e Justin Paul - La La Land: Cantando Estações


Eu..... Realmente não gostei de City of Stars.... mas ganhou! Parabéns!

Melhor Curta em animação:
Piper

Melhor curta metragem:
Sing



Melhor longa estrangeiro:


Melhor documentário em Longa-Metragem:
O.J.: Made in America


Melhor documentário em Curta-Metragem:
Os Capacetes Brancos



Melhor Animação:
Zootopia



Melhor roteiro adaptado:
Barry Jenkins e Tarell Alvin McCraney - Moonlight: Sob a Luz do Luar


Melhor roteiro original:
Kenneth Lonergan - Manchester à Beira-Mar


Melhor atriz coadjuvante:
Viola Davis - Um Limite Entre Nós

Eu fiquei feliz kkk, porque paticularmente, queria que ela ganhasse, ela é bem talentosa, é possível ver isso.

Melhor ator coadjuvante

Mahershala Ali - Moonlight


Melhor ator:
Casey Affleck


Melhor Atriz:
Emma Stone




Antes de passarmos para o vencedor da noite (O Prêmio mais importante, é o que dizem), relatarei o que aconteceu!
Resumindo... "Trocaram" o envelope do vencedor, pelo envelope de melhor atriz, da Emma, de La la land! (Não acredito em um pouco nisso). 
Após esse episódio, houve muita mudança de faces, muitas surpresas, muitos OMG, mas o vencedor foi:

Moonlight: Sob a luz do Luar

 


 Prêmio de Melhor filme.


Foi isso pessoal, obrigado pela leitura, obrigado pelos que gostam de cinema. Nossa missão agora, é assistir aos filmes ganhadores né? Esperamos que sejam bons! Até a próxima postagem!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Melhores do Mês - Janeiro/Jogo/Filme/Anime Resumão - EDM Mensal


EDM Mensal – Os melhores do Mês


Eae leitores! Sempre achei legal a ideia de compartilhar coisas de diferentes da cultura Geek na internet, e comigo a vontade de escrever e mostrar sobre, foi igual!

Criei esse “quadro”, para colocar organizado, as coisas mais legais vistas por mim em determinado mês, Oh, ouso em dizer, que nem tudo que posto ou que coloco na lista, foi, ou usei só, naquele mês. Pode ser que eu tenha colocado uma coisa de novembro em uma lista de janeiro, não sei, vai da matéria!

Enfim, teremos tópicos tais como, filme, livro, jogo, anime, música, e para não demorarmos, vamos logo ao que interessa:


  • Filme:

Para começar essa lista de Janeiro de 2017, gostaria de recomendar o “último” longa da saga de Resident Evil nos cinemas, e falo de “Resident Evil 6: O Capítulo Final”. Não sou uma pessoa que vai muito às salas de projeção na tela grande, por isso os filmes que coloco aqui, nem sempre são resultado de eu ter ido ao cinema, mas sim, só que vi. 


Enfim, se você está preocupado com o número que acompanha o nome da superprodução, pode ficar tranquilo, mesmo sendo o sexto, o filme (Ou a produção) faz questão de te explicar toda história da infecção do mundo um clima pós-apocalíptico. De acordo com a sinópse, Alice (Milla Jovovich), a heroína da história, precisa voltar à Raccon City para conseguir um antivirus transmitido pelo ar, que pode acabar com o surto de zumbis, e salvar a humanidade, das mãos de uma corporação por trás do incidente.

Tem análise do filme aqui no Blog, é até mais recomendável ler ela (Tem um pouco de Spoilers).


  • Livro:
    Já na categoria de literatura, apresento-vos: Surpreendente!

Livro de Maurício Gomyde, com 272 páginas, e publicado pela editora Intrínseca.

Sinopse: Pedro Diniz tem um desafio e um problema pela frente.

O desafio: filmar um roteiro magnífico capaz de surpreender o público e conquistar o maior prêmio do cinema brasileiro. O problema: não ter ideia de como fazer isso.Aos 25 anos, recém-formado, Pedro está convencido de que é um sujeito muito especial, que tem a missão de usar o cinema como instrumento para melhorar o mundo. Diagnosticado na adolescência com uma doença degenerativa que o condenaria à cegueira, ele contraria a lógica da medicina quando a perda de sua visão estaciona de forma inexplicável.

Este livro está nesta lista de recomendações, pois foi uma leitura bem legal, e agradável no período disposto (O de ler). E se você gosta de histórias de gente com caráter, ainda mais relacionadas à cinema, acredito que vá gostar. Não se emocione!

Penso em depois fazer uma análise desse livro – Talvez.


  • Jogo:


Eu como humano, nunca fui muito fã de jogos em primeira pessoa, na realidade, ainda não sou, mas como essa lista é composta por um jogo de tiro, ainda mais nessa perspectiva, decidi colocá-lo. E eu estou de falando de: Call of Duty – Black Ops! Sim, o primeiro título da série, lançada para PS3!

O legal e mais irônico disso tudo, é que eu me permiti jogar, nunca fui um alguém que gostou de COD, e nunca gostei de FPS, ou seja, numa câmera em primeira pessoa. Mas o jogo me surpreendeu, tanto pela história densa, quanto pelo gameplay. Os cenários abertos ajudam muito na hora de jogar, porque não te deixam lesado, ou enjoado na hora de se mexer, e também fazem uma boa construção da visão, da pessoa que joga, e do prosseguimento da história.

Em relação ao romance por trás do jogo, digo que foi bom, apesar de que, foi um pouco diferente para mim, ter que acompanhar cada fase, como se fosse uma memória do protagonista. Porque tudo o que você faz durante o período de campanha em determinado capítulo da história, some! Sim, você por exemplo jogou várias partes em um cenário na China, coletou várias munições, trocou de armas, usou toda a sua granada, para logo em seguida mudar, tudo se torna uma nova fase, o cara depois aparece em Cuba, e tudo o que você tinha antes, some. Isso até te dá uma liberdade de gastar as coisas que tem de uma vez, sabendo que vai recarregar tudo automaticamente. Por fim, Call of Duty – Black Ops, é um bom jogo, é o recomendado da lista.


  • Anime:


Anteriormente à minha idade atual, tal como uns 12, perto dos treze anos, não tinha o costume de assistir animes, ainda mais porque eram “desenhos”, e que na época – uma horrível transição de criança para pré-adolescente – não fazia muito sentido para meninos, que gostariam, mas sabiam que não poderiam ser descolados. Foi então que eu percebi que não fazia a menor diferença essa pedra na vida, e decidi assitir, até por que, era awesome (Legal). Então animes fazem parte não só dos meus gostos, como também dos mais incríveis, e estranhos nerds ao redor do globo. Por isso, recomendo um dos desenhos japoneses mais loucos, e mais legais de todos os tempos: Shingeki no Kyojin também conhecido como Attack on Titan.

A história gira em torno do personagem Eren Yeager em um mundo onde a humanidade vive rodeada por enormes muralhas para se proteger de criaturas gigantescas, os Titãs. A história narra a luta da humanidade para recuperar seu território, e esclarecer os mistérios ligados ao aparecimento dos Titãs.


  • Música



Para a seleção da música deste mês, as coisas foram um pouco difíceis, afinal, música eletrônica é incrível, e por ser tão legal, comporta uma parte do nome do blog (Para quem não sabe, EDM significa Electronic Dance Music). Mas falando em um hit de possante, um hit inteligente, explosivo, pensei particularmente em músicas sem letra, porque, querendo ou não, alguns singles são fruto só da produção musical do PC, éé...., e com isso vos apresento: Tokyo Machine - Pixel (Original Mix).

A música é muito engraçadinha, e eu tenho apego pelas coisas engraçadas, gostei bastante do estilo da música, que se mistura um pouco ao dubstep, apesar de ter uma pegada EletroHouse e japonês,

você pode perceber isso pelo nome, que comporta TOKYYOOO! Sem querer ser muito estérico!

Infelizmente para os amantes de Lyrics (Músicas cm letra), esse som não leva mais do que palavras soltas aleatoriamente, mas que o hit é lega, é legal!



Enfim leitores, djs e galerinha, essa foi a lista/matéria do EDM mensal, melhores do mês, espero que tenham gostado das inidicações, suprido necessidades de procura por algo novo em alguma categoria e que tenham se divertido (´.´) com a leitura. Agradeço e até o próximo melhores! Fui

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Análise: Resident Evil 6: The Final Chapter - O Capítulo Final

O ano de 2017 começou pipocando, e para provar isso tivemos o anúncio e estreia de vários filmes incríveis. Hoje trago ao blog (EDM de Açaí), a crítica, análise, do filme Resident Evil 6: O Capítulo Final.
Mesmo sabendo que essa análise veio um pouco tarde, venho dizer o que achei da superprodução de cinema.
O filme como bem diz a sinopse, começa logo depois dos acontecimentos do quinto (Resident Evil 5: Retribuição), com Alice numa devastada Washington, tomada por zumbis, e armas biológicas, seu objetivo, é retornar para Raccon City, para a Colmeia (Laboratório de segurança e experimentos virais da Umbrella), para matar os responsáveis pelo apocalipse, e salvar o mundo com um antivírus transmitido pelo ar. A fotografia aqui é excelente, e supriu todas as necessidades dos fãs, que queriam, e gostariam de ver um clima e cenários pós-apocalípticos. As coisas parecem mais sujas, tem mais poeira, só por olhar para a água, parece que ela não e boa para consumo, isso com certeza é ponto positivo. É bom ressaltar também, que os ambientes são assim, até o final. E logo de cara também, somos apresentados à uma cena de ação intensa, comum em todos os longas da saga.
Sem dar muitos spoilers, mas o que acontece logo na parte inicial da produção – antes da visão de Alice sobre o mundo – é um resumo de todos os outros filmes. Um pequeno curta de mais ou menos 5 minutos conta a história toda, falando da criação do vírus, da infecção, dos problemas com os humanos, e a Umbrella. Por isso, se você não lembra mais da história, ou você que nunca viu nenhum filme da saga, fique tranquilo, eles explicam tudo.
Logo em seguida somos apresentados à devastação, somos apresentados à ideia que o roteiro nos mostra, que a única sobrevivente do massacre de zumbis, humanos, é Alice. Seus amigos, guardas, companheiros, todos morreram. E que se a Umbrella, ainda esta de pé, é por que >>> Ela (Alice) foi traída.
CALMA galera, isso também está na Sinopse!
O roteiro do filme, temos que falar, é fraco. Um ponto que muita gente toca, fala, é o roteiro, e aqui, as coisas desandam um pouco, durante todo o longa, a única coisa que importa é que o espectador entenda, que Alice tem uma motivação > Acabar com a Umbrella, que neste filme tem uma premissa diferente. Umbrella, através do roteiro e história, diz que tem e toma seus atos, de criação e produção de armas e vírus, por causa da Bíblia Sagrada Cristã. Inferindo que o mundo, é dos separados, dos ricos, dos poderosos. Mas apesar de essa ideia ter aparecido aqui neste filme, fica subentendido que essa era a motivação original da Umbrella, desde o primeiro longa, ou seja, uma Arca de Noé, um varrimento da terra de gente impura (Na visão da corporação claro).
Ainda falando de roteiro, ele peca em afirmar para a heroína, que ela só tem 48 horas para salvar o mundo, ou seja, o filme é um Quick Time event! E isso é horrível, particularmente, foi quase o que estragou a superprodução. Por conta desse limite de tempo, Alice quase não conversa com as pessoas que conhece pelo caminho, ela ficou tão obcecada pelo limite dos segundos, que só se importa em matar, correr, atirar. Os personagens, quase não respiram.
A trilha sonora é ponto positivo também, pois de acordo com as cenas de ação, tensão e tudo mais, elas se adequam, ou seja, aparecem na hora certa (como todo filme precisa ser). Mas o que atrapalha o telespectador > São os Jump Scares. Resident Evil é uma saga de ação e terror, mas o terror do filme em algumas partes me fez rir, porque no momento que deveríamos levar um susto, de surpresa claro, nós não levamos, justamente pela música ir abaixando gradualmente, até não haver mais som. Com essa pausa da música nós já entendemos o que vem por aí né? Um Aaaaaarrrgrghhhh, mas infelizmente, não dá, as cenas de Jump Scare são totalmente recheadas de um barulho absurdo e alto, que faz você querer tapar os ouvidos ao invés de te dar um susto.
SPOILER ALERT!
Falando de personalidade e personagens, o que chama a atenção durante todo o longa, é o fato de que no caminho para o retorno à colméia, vários morrem, e juntando isso, com o tempo de 48 horas do roteiro, esses personagens ficam praticamente descartáveis, (com toda a educação claro) o ruím de tudo, é que as mortes deles, são incrivelmente brutais, muito mesmo, cair em ventiladores ligados, ser amassado por paredes movediças, entre outras.
Já falando da ação do filme, como sempre, as coisas são incríveis, várias cenas estrondosas em cima de carros, em pleno movimento, armas biológicas novas (Inspiradas nos Jogos), e muito tiro, fazem parte do filme “O capítulo Final”, é muito bom saber que as coisas feitas no filme mudaram de tom, apesar de algumas coisas não terem dado muito certo, o que mudou e realmente isso foi provado, foi terem tirado a câmera lenta das cenas, na verdade, aqui as coisas são frenéticas, nunca tinha visto uma coisa tão rápida na vida, com tantos chutes, socos, tiros e explosões, o que atrapalha os que veem, ainda mais se você for ver no cinema, numa tela gigante, são os cortes das cenas. São muitos, muitos mesmo, se um personagem der um soco, é como se fossem sete câmeras de ângulos diferentes gravando a mesma cena, e isso não ajuda nem um pouco.
Juntando, roteiro, fotografia, as armas biológicas, a história, o fechamento da franquia, a música, nós temos um filme ótimo para o nível da série, o que mais pode ajudar muito na nota e na vontade que o telespectador pode ter de assistir, são as cenas finais.
O longa comporta simplesmente um Plot-Twist Gigante, quem viu ou sabe do enredo da história, vai se surpreender e ficar boquiaberto (talvez), com a informação revelada no final.
Além disso, o clima e ambientação, os efeitos especiais, o resumo para a série, deixam Resident Evil 6: O capítulo Final, um digno e honroso filme para os cinemas.
Mas, apesar de levar no título a ideia de final, muitos e outros, tiveram a sensação de que este não foi o final definitivo da série, pela frase dita de Alice, e pela própria história que a produção leva, ficou disfarçado que talvez tenha outro, ou mais obras.
Decididamente este é um longa para quem gosta de ver ação frenética, monstros, explosões, cenas tensas, e violência pouco moderada.
Nota: <8.1>

Resident Evil 6: The Final Chapter estreou dia 26 de Janeiro nos Cinemas Brasileiros.

Apresentação

Olá povo, olá leitores, venho aqui hoje atualizar o blog que parecia morto há bastante tempo. Durante meu período de ensino médio, eu não "quis", e não pude me dedicar o blog, e às atividades na internet, tais como vídeos no YouTube, o próprio blog em si, e por isso meio que, "deixei de lado" o trabalho nos meios de comunicação. O tempo foi passando, e eu envelhecendo, mas enfim, me formei, e esse ano (2017), irei para a Universidade, uuhuuu....
Como sei que quase ninguém - ou se duvidar, ninguém - lê o blog, decidi mudar o quadro do mesmo, então, o que eu fiz? Como já estou decidido sobre o meu futuro, optei por voltar às raízes da minha mente, onde tudo começou, um lugar, para postar tudo o que gosto, sobre coisas de cinema, jogos, os livros, e tudo o que há de mais legal sobre essa cultura geek, e pop. O interessante para se falar é que, o blog não vai ser um portal de notícias e tudo mais. Tentei incluir um pouco disso mas, não consegui kk, claro, é difícil, inclusive trabalhar com matérias e reportagens me abriu o olhos para ver como os sites de notícias são importantes, o jornalismo e tal, e nunca havia reparado nisso, mas sim, é um trabalho, e olha, o blog não vai ser assim. 
Vou postar programas, tópicos, listas e afins, referentes à muitas coisas do "mundo nerd". 
Para finalizar, agradeço aos que leem e que irão acompanhar, espero me dedicar e criar ótimo conteúdo. Falou!