Isso, no Dia 26 de Fevereiro no domingo, ocorreu a premição para os indicados ao Oscar! Houve muitos doçes, pessoas bem vestidas, estatuetas, e filmes. Sou uma pessoa sozinha neste blog, mas trarei aqui, todos os vencedores das mais variadas categorias, por isso, pode pegar a pipoca.
Sinto em dizer e repetir, que não vi nem 8% dos filmes indicados. Mas.. Né... Isso acontece com muitos, grande parte dos humanos, "não sou capaz de opinar".
Vamos começar!
Melhor Trilha Sonora:
Justin Hurwitz - La La Land: Cantando Estações
O Garoto é bastante jovem, mas compôs as músicas que lhe renderam um óscar, o de melhor trilha sonora. O Filme concorria com:
Jackie
Lion: Uma Jornada para Casa
Moonlight: Sob a Luz do Luar
Passageiros
Melhor montagem:
John Gilbert - Até o Último Homem
Não sei..... Não sei não, não vi o filme galera!
Melhor design de produção:
David Wasco (design de produção) e Sandy Reynolds-Wasco (decoração de set) - La La Land: Cantando Estações
Melhores efeitos visuais:
Robert Legato, Adam Valdez, Andrew R. Jones e Dan Lemmon - Mogli: O Menino Lobo
Fiquei bem feliz nesta parte, pois Mogli era o filme que eu apostava muito, vi do início ao fim, e os efeitos são sim, incríveis, neste aspecto eu posso opinar; o fotorrealismo com certeza deu vida para Mogli, e bom, lhe rendeu o prêmio.
Melhor edição de som:
Sylvain Bellemare - A Chegada
Também estou satisfeito quanto ao prêmio para, a chegada. Estava na torcida para ele. Não conheço o Sylvain, mas o trabalho neste filme é respeitável.
Melhor mixagem de som:
Kevin O'Connell, Andy Wright, Robert Mckenzie e Peter Grace - Até o Último Homem
Melhor maquiagem e cabelo:
Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson - Esquadrão Suicida
Melhor fotografia:
Linus Sandgren - La La Land: Cantando Estações
Melhor canção original:
"City of Stars" | Música de Justin Hurwitz, canção de Benj Pasek e Justin Paul - La La Land: Cantando Estações
Eu..... Realmente não gostei de City of Stars.... mas ganhou! Parabéns!
Melhor Curta em animação:
Piper
Melhor curta metragem:
Sing
Melhor longa estrangeiro:
Melhor documentário em Longa-Metragem:
O.J.: Made in America
Melhor documentário em Curta-Metragem:
Os Capacetes Brancos
Melhor Animação:
Zootopia
Melhor roteiro adaptado:
Barry Jenkins e Tarell Alvin McCraney - Moonlight: Sob a Luz do Luar
Melhor roteiro original:
Kenneth Lonergan - Manchester à Beira-Mar
Melhor atriz coadjuvante:
Viola Davis - Um Limite Entre Nós
Eu fiquei feliz kkk, porque paticularmente, queria que ela ganhasse, ela é bem talentosa, é possível ver isso.
Melhor ator coadjuvante
Mahershala Ali - Moonlight
Melhor ator:
Casey Affleck
Melhor Atriz:
Emma Stone
Antes de passarmos para o vencedor da noite (O Prêmio mais importante, é o que dizem), relatarei o que aconteceu!
Resumindo... "Trocaram" o envelope do vencedor, pelo envelope de melhor atriz, da Emma, de La la land! (Não acredito em um pouco nisso).
Após esse episódio, houve muita mudança de faces, muitas surpresas, muitos OMG, mas o vencedor foi:
Moonlight: Sob a luz do Luar
Prêmio de Melhor filme.
Foi isso pessoal, obrigado pela leitura, obrigado pelos que gostam de cinema. Nossa missão agora, é assistir aos filmes ganhadores né? Esperamos que sejam bons! Até a próxima postagem!
Pesquisar! Gogo
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
Melhores do Mês - Janeiro/Jogo/Filme/Anime Resumão - EDM Mensal
EDM Mensal – Os
melhores do Mês
Eae leitores! Sempre
achei legal a ideia de compartilhar coisas de diferentes da cultura
Geek na internet, e comigo a vontade de escrever e mostrar sobre, foi
igual!
Criei esse “quadro”,
para colocar organizado, as coisas mais legais vistas por mim em
determinado mês, Oh, ouso em dizer, que nem tudo que posto ou que
coloco na lista, foi, ou usei só, naquele mês. Pode ser que eu
tenha colocado uma coisa de novembro em uma lista de janeiro, não
sei, vai da matéria!
Enfim, teremos tópicos
tais como, filme, livro, jogo, anime, música, e para não
demorarmos, vamos logo ao que interessa:
- Filme:
Para começar essa
lista de Janeiro de 2017, gostaria de recomendar o “último”
longa da saga de Resident Evil nos cinemas, e falo de “Resident
Evil 6: O Capítulo Final”. Não sou uma pessoa que vai muito às
salas de projeção na tela grande, por isso os filmes que coloco
aqui, nem sempre são resultado de eu ter ido ao cinema, mas sim, só
que vi.
Enfim, se você está preocupado com o número que acompanha
o nome da superprodução, pode ficar tranquilo, mesmo sendo o sexto,
o filme (Ou a produção) faz questão de te explicar toda história
da infecção do mundo um clima pós-apocalíptico. De acordo com a
sinópse, Alice (Milla Jovovich), a heroína da história, precisa
voltar à Raccon City para conseguir um antivirus transmitido pelo
ar, que pode acabar com o surto de zumbis, e salvar a humanidade, das
mãos de uma corporação por trás do incidente.
Tem análise do filme
aqui no Blog, é até mais recomendável ler ela (Tem um pouco de
Spoilers).
-
Já na categoria de literatura, apresento-vos: Surpreendente!
Livro de Maurício
Gomyde, com 272 páginas, e publicado pela editora Intrínseca.
Sinopse: Pedro Diniz
tem um desafio e um problema pela frente.
O desafio: filmar um roteiro magnífico capaz de
surpreender o público e conquistar o maior prêmio do cinema
brasileiro. O problema: não ter ideia de como fazer isso.Aos 25
anos, recém-formado, Pedro está convencido de que é um sujeito
muito especial, que tem a missão de usar o cinema como instrumento
para melhorar o mundo. Diagnosticado na adolescência com uma doença
degenerativa que o condenaria à cegueira, ele contraria a lógica da
medicina quando a perda de sua visão estaciona de forma
inexplicável.
Este livro está nesta
lista de recomendações, pois foi uma leitura bem legal, e agradável
no período disposto (O de ler). E se você gosta de histórias de
gente com caráter, ainda mais relacionadas à cinema, acredito que
vá gostar. Não se emocione!
Penso em depois fazer
uma análise desse livro – Talvez.
- Jogo:
O legal e mais irônico
disso tudo, é que eu me permiti jogar, nunca fui um alguém que
gostou de COD, e nunca gostei de FPS, ou seja, numa câmera em
primeira pessoa. Mas o jogo me surpreendeu, tanto pela história
densa, quanto pelo gameplay. Os cenários abertos ajudam muito na
hora de jogar, porque não te deixam lesado, ou enjoado na hora de se
mexer, e também fazem uma boa construção da visão, da pessoa que
joga, e do prosseguimento da história.
Em relação ao romance
por trás do jogo, digo que foi bom, apesar de que, foi um pouco
diferente para mim, ter que acompanhar cada fase, como se fosse uma
memória do protagonista. Porque tudo o que você faz durante o
período de campanha em determinado capítulo da história, some!
Sim, você por exemplo jogou várias partes em um cenário na China,
coletou várias munições, trocou de armas, usou toda a sua granada,
para logo em seguida mudar, tudo se torna uma nova fase, o cara
depois aparece em Cuba, e tudo o que você tinha antes, some. Isso
até te dá uma liberdade de gastar as coisas que tem de uma vez,
sabendo que vai recarregar tudo automaticamente. Por fim, Call of
Duty – Black Ops, é um bom jogo, é o recomendado da lista.
Anteriormente à minha
idade atual, tal como uns 12, perto dos treze anos, não tinha o
costume de assistir animes, ainda mais porque eram “desenhos”, e
que na época – uma horrível transição de criança para
pré-adolescente – não fazia muito sentido para meninos, que
gostariam, mas sabiam que não poderiam ser descolados. Foi então
que eu percebi que não fazia a menor diferença essa pedra na vida,
e decidi assitir, até por que, era awesome (Legal). Então animes
fazem parte não só dos meus gostos, como também dos mais
incríveis, e estranhos nerds ao redor do globo. Por isso, recomendo
um dos desenhos japoneses mais loucos, e mais legais de todos os
tempos: Shingeki no Kyojin também conhecido como
Attack on Titan.
A
história gira em torno do personagem Eren Yeager em um mundo onde a
humanidade vive rodeada por enormes muralhas para se proteger de
criaturas gigantescas, os Titãs. A história narra a luta da
humanidade para recuperar seu território, e esclarecer os mistérios
ligados ao aparecimento dos Titãs.
- Música
Para
a seleção da música deste mês, as coisas foram um pouco difíceis,
afinal, música eletrônica é incrível, e por ser tão legal,
comporta uma parte do nome do blog (Para quem não sabe, EDM
significa Electronic Dance Music). Mas falando em um hit de possante,
um hit inteligente, explosivo, pensei particularmente em músicas sem
letra, porque, querendo ou não, alguns singles são fruto só da
produção musical do PC, éé...., e com isso vos apresento: Tokyo
Machine - Pixel (Original Mix).
A
música é muito engraçadinha, e eu tenho apego pelas coisas
engraçadas, gostei bastante do estilo da música, que se mistura um
pouco ao dubstep, apesar de ter uma pegada EletroHouse e japonês,
você
pode perceber isso pelo nome, que comporta TOKYYOOO! Sem querer ser
muito estérico!
Infelizmente
para os amantes de Lyrics (Músicas cm letra), esse som não leva
mais do que palavras soltas aleatoriamente, mas que o hit é lega, é
legal!
Enfim
leitores, djs e galerinha, essa foi a lista/matéria do EDM mensal,
melhores do mês, espero que tenham gostado das inidicações,
suprido necessidades de procura por algo novo em alguma categoria e
que tenham se divertido (´.´) com a leitura. Agradeço e até o
próximo melhores! Fui
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
Análise: Resident Evil 6: The Final Chapter - O Capítulo Final
O ano de 2017 começou
pipocando, e para provar isso tivemos o anúncio e estreia de vários
filmes incríveis. Hoje trago ao blog (EDM de Açaí), a crítica,
análise, do filme Resident Evil 6: O Capítulo Final.
Mesmo sabendo que essa
análise veio um pouco tarde, venho dizer o que achei da
superprodução de cinema.
O filme como bem diz a
sinopse, começa logo depois dos acontecimentos do quinto (Resident
Evil 5: Retribuição), com Alice numa devastada Washington, tomada
por zumbis, e armas biológicas, seu objetivo, é retornar para
Raccon City, para a Colmeia (Laboratório de segurança e
experimentos virais da Umbrella), para matar os responsáveis pelo
apocalipse, e salvar o mundo com um antivírus transmitido pelo ar.
A fotografia aqui é excelente, e supriu todas as necessidades dos
fãs, que queriam, e gostariam de ver um clima e cenários
pós-apocalípticos. As coisas parecem mais sujas, tem mais poeira,
só por olhar para a água, parece que ela não e boa para consumo,
isso com certeza é ponto positivo. É bom ressaltar também, que os
ambientes são assim, até o final. E logo de cara também, somos
apresentados à uma cena de ação intensa, comum em todos os longas
da saga.
Sem dar muitos
spoilers, mas o que acontece logo na parte inicial da produção –
antes da visão de Alice sobre o mundo – é um resumo de todos os
outros filmes. Um pequeno curta de mais ou menos 5 minutos conta a
história toda, falando da criação do vírus, da infecção, dos
problemas com os humanos, e a Umbrella. Por isso, se você não
lembra mais da história, ou você que nunca viu nenhum filme da
saga, fique tranquilo, eles explicam tudo.
Logo em seguida somos
apresentados à devastação, somos apresentados à ideia que o
roteiro nos mostra, que a única sobrevivente do massacre de zumbis,
humanos, é Alice. Seus amigos, guardas, companheiros, todos
morreram. E que se a Umbrella, ainda esta de pé, é por que >>>
Ela (Alice) foi traída.
CALMA galera, isso
também está na Sinopse!
O roteiro do filme,
temos que falar, é fraco. Um ponto que muita gente toca, fala, é o
roteiro, e aqui, as coisas desandam um pouco, durante todo o longa,
a única coisa que importa é que o espectador entenda, que Alice tem
uma motivação > Acabar com a Umbrella, que neste filme tem uma
premissa diferente. Umbrella, através do roteiro e história, diz
que tem e toma seus atos, de criação e produção de armas e vírus,
por causa da Bíblia Sagrada Cristã. Inferindo que o mundo, é dos
separados, dos ricos, dos poderosos. Mas apesar de essa ideia ter
aparecido aqui neste filme, fica subentendido que essa era a
motivação original da Umbrella, desde o primeiro longa, ou seja,
uma Arca de Noé, um varrimento da terra de gente impura (Na visão
da corporação claro).
Ainda falando de
roteiro, ele peca em afirmar para a heroína, que ela só tem 48
horas para salvar o mundo, ou seja, o filme é um Quick Time event! E
isso é horrível, particularmente, foi quase o que estragou a
superprodução. Por conta desse limite de tempo, Alice quase não
conversa com as pessoas que conhece pelo caminho, ela ficou tão
obcecada pelo limite dos segundos, que só se importa em matar,
correr, atirar. Os personagens, quase não respiram.
A trilha sonora é
ponto positivo também, pois de acordo com as cenas de ação, tensão
e tudo mais, elas se adequam, ou seja, aparecem na hora certa (como
todo filme precisa ser). Mas o que atrapalha o telespectador > São
os Jump Scares. Resident Evil é uma saga de ação e terror, mas o
terror do filme em algumas partes me fez rir, porque no momento que
deveríamos levar um susto, de surpresa claro, nós não levamos,
justamente pela música ir abaixando gradualmente, até não haver
mais som. Com essa pausa da música nós já entendemos o que vem por
aí né? Um Aaaaaarrrgrghhhh, mas infelizmente, não dá, as cenas de
Jump Scare são totalmente recheadas de um barulho absurdo e alto,
que faz você querer tapar os ouvidos ao invés de te dar um susto.
SPOILER
ALERT!
Falando de
personalidade e personagens, o que chama a atenção durante todo o
longa, é o fato de que no caminho para o retorno à colméia, vários
morrem, e juntando isso, com o tempo de 48 horas do roteiro, esses
personagens ficam praticamente descartáveis, (com toda a educação
claro) o ruím de tudo, é que as mortes deles, são incrivelmente
brutais, muito mesmo, cair em ventiladores ligados, ser amassado por
paredes movediças, entre outras.
Já falando da ação
do filme, como sempre, as coisas são incríveis, várias cenas
estrondosas em cima de carros, em pleno movimento, armas biológicas
novas (Inspiradas nos Jogos), e muito tiro, fazem parte do filme “O
capítulo Final”, é muito bom saber que as coisas feitas no filme
mudaram de tom, apesar de algumas coisas não terem dado muito certo,
o que mudou e realmente isso foi provado, foi terem tirado a câmera
lenta das cenas, na verdade, aqui as coisas são frenéticas, nunca
tinha visto uma coisa tão rápida na vida, com tantos chutes, socos,
tiros e explosões, o que atrapalha os que veem, ainda mais se você
for ver no cinema, numa tela gigante, são os cortes das cenas. São
muitos, muitos mesmo, se um personagem der um soco, é como se fossem
sete câmeras de ângulos diferentes gravando a mesma cena, e isso não
ajuda nem um pouco.
Juntando, roteiro,
fotografia, as armas biológicas, a história, o fechamento da
franquia, a música, nós temos um filme ótimo para o nível da
série, o que mais pode ajudar muito na nota e na vontade que o
telespectador pode ter de assistir, são as cenas finais.
O longa comporta
simplesmente um Plot-Twist Gigante, quem viu ou sabe do enredo da
história, vai se surpreender e ficar boquiaberto (talvez), com a
informação revelada no final.
Além disso, o clima e
ambientação, os efeitos especiais, o resumo para a série, deixam
Resident Evil 6: O capítulo Final, um digno e honroso filme para os
cinemas.
Mas, apesar de levar no
título a ideia de final, muitos e outros, tiveram a sensação de
que este não foi o final definitivo da série, pela frase dita de
Alice, e pela própria história que a produção leva, ficou
disfarçado que talvez tenha outro, ou mais obras.
Decididamente este é
um longa para quem gosta de ver ação frenética, monstros,
explosões, cenas tensas, e violência pouco moderada.
Nota: <8.1>
![]() |
| Resident Evil 6: The Final Chapter estreou dia 26 de Janeiro nos Cinemas Brasileiros. |
Apresentação
Olá povo, olá leitores, venho aqui hoje atualizar o blog que parecia morto há bastante tempo. Durante meu período de ensino médio, eu não "quis", e não pude me dedicar o blog, e às atividades na internet, tais como vídeos no YouTube, o próprio blog em si, e por isso meio que, "deixei de lado" o trabalho nos meios de comunicação. O tempo foi passando, e eu envelhecendo, mas enfim, me formei, e esse ano (2017), irei para a Universidade, uuhuuu....
Como sei que quase ninguém - ou se duvidar, ninguém - lê o blog, decidi mudar o quadro do mesmo, então, o que eu fiz? Como já estou decidido sobre o meu futuro, optei por voltar às raízes da minha mente, onde tudo começou, um lugar, para postar tudo o que gosto, sobre coisas de cinema, jogos, os livros, e tudo o que há de mais legal sobre essa cultura geek, e pop. O interessante para se falar é que, o blog não vai ser um portal de notícias e tudo mais. Tentei incluir um pouco disso mas, não consegui kk, claro, é difícil, inclusive trabalhar com matérias e reportagens me abriu o olhos para ver como os sites de notícias são importantes, o jornalismo e tal, e nunca havia reparado nisso, mas sim, é um trabalho, e olha, o blog não vai ser assim.
Vou postar programas, tópicos, listas e afins, referentes à muitas coisas do "mundo nerd".
Para finalizar, agradeço aos que leem e que irão acompanhar, espero me dedicar e criar ótimo conteúdo. Falou!
Como sei que quase ninguém - ou se duvidar, ninguém - lê o blog, decidi mudar o quadro do mesmo, então, o que eu fiz? Como já estou decidido sobre o meu futuro, optei por voltar às raízes da minha mente, onde tudo começou, um lugar, para postar tudo o que gosto, sobre coisas de cinema, jogos, os livros, e tudo o que há de mais legal sobre essa cultura geek, e pop. O interessante para se falar é que, o blog não vai ser um portal de notícias e tudo mais. Tentei incluir um pouco disso mas, não consegui kk, claro, é difícil, inclusive trabalhar com matérias e reportagens me abriu o olhos para ver como os sites de notícias são importantes, o jornalismo e tal, e nunca havia reparado nisso, mas sim, é um trabalho, e olha, o blog não vai ser assim.
Vou postar programas, tópicos, listas e afins, referentes à muitas coisas do "mundo nerd".
Para finalizar, agradeço aos que leem e que irão acompanhar, espero me dedicar e criar ótimo conteúdo. Falou!
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